O Sínodo nas Redes: Segunda Sessão do Sínodo sobre a Sinodalidade 2024
Casa Galilea (2025), 35 pp.
"Este novo relatório especial, O Sínodo nas Redes, busca estruturar a análise das principais ocorrências e narrativas de quase 950 redes sociais católicas
durante a segunda sessão do Sínodo sobre a Sinodalidade, ocorrida em outubro de 2024. O monitoramento realizado pela Casa Galileia durante a primeira sessão do Sínodo, em 2023, demonstrou “movimentos fortes de resistência ao Sínodo, com capacidade para mobilizar pessoas, paróquias e comunidades para oposição radical a qualquer reforma proposta pelo Sínodo ou pelo Papa Francisco.” Assim, nossa análise indicava que uma das dimensões mais importantes do
acompanhamento dessa etapa final do Sínodo, em outubro de 2024, seguiria essas pistas para guiar a continuidade da leitura e interpretação das narrativas sobre o Sínodo nas redes sociais. Para esse monitoramento mais próximo dos acontecimentos em Roma, nossa equipe elaborou boletins de análise semanal, que se tornaria a base para a construção desse relatório. Como o leitor verá, os boletins de análise, assim como este relatório, revelam uma realidade bem distinta da que se configurou durante a sessão de 2023, quando as expectativas de mudanças das estruturas católicas eram muito mais sobressalentes, o que motivou leigos e organizações ultraconservadoras a um forte engajamento nas redes sociais. Esta segunda sessão do Sínodo está marcada pela baixa repercussão nas mídias so
ciais. Contribuiu, sem dúvida, para isso, as estratégias adotadas pelo Vaticano, como passar os temas controversos levados pelo processo descentra
lizado de escuta e pela primeira sessão para serem debatidos em 10 grupos de estudo, cujos resultados serão entregues em junho de 2025. Apesar disso, temas como o diaconato feminino reapareceu nos debates e diálogos travados pelos participantes do Sínodo. Ainda é cedo para saber se a aposta do Papa Francisco no convite às diferentes instâncias da Igreja para trilhar o caminho sinodal irá provocar transformações duradouras e profundas na Igreja Católica. O que parece claro nos movimentos capturados pelo monitoramento apresentado neste relatório é que há poucas indicações de que ela tenha empolgado o ambiente digital." (Apresentação)
durante a segunda sessão do Sínodo sobre a Sinodalidade, ocorrida em outubro de 2024. O monitoramento realizado pela Casa Galileia durante a primeira sessão do Sínodo, em 2023, demonstrou “movimentos fortes de resistência ao Sínodo, com capacidade para mobilizar pessoas, paróquias e comunidades para oposição radical a qualquer reforma proposta pelo Sínodo ou pelo Papa Francisco.” Assim, nossa análise indicava que uma das dimensões mais importantes do
acompanhamento dessa etapa final do Sínodo, em outubro de 2024, seguiria essas pistas para guiar a continuidade da leitura e interpretação das narrativas sobre o Sínodo nas redes sociais. Para esse monitoramento mais próximo dos acontecimentos em Roma, nossa equipe elaborou boletins de análise semanal, que se tornaria a base para a construção desse relatório. Como o leitor verá, os boletins de análise, assim como este relatório, revelam uma realidade bem distinta da que se configurou durante a sessão de 2023, quando as expectativas de mudanças das estruturas católicas eram muito mais sobressalentes, o que motivou leigos e organizações ultraconservadoras a um forte engajamento nas redes sociais. Esta segunda sessão do Sínodo está marcada pela baixa repercussão nas mídias so
ciais. Contribuiu, sem dúvida, para isso, as estratégias adotadas pelo Vaticano, como passar os temas controversos levados pelo processo descentra
lizado de escuta e pela primeira sessão para serem debatidos em 10 grupos de estudo, cujos resultados serão entregues em junho de 2025. Apesar disso, temas como o diaconato feminino reapareceu nos debates e diálogos travados pelos participantes do Sínodo. Ainda é cedo para saber se a aposta do Papa Francisco no convite às diferentes instâncias da Igreja para trilhar o caminho sinodal irá provocar transformações duradouras e profundas na Igreja Católica. O que parece claro nos movimentos capturados pelo monitoramento apresentado neste relatório é que há poucas indicações de que ela tenha empolgado o ambiente digital." (Apresentação)